TSE estabelece que presidenciáveis poderão gastar até R$ 133 milhões na campanha em caso de segundo turno
São pré-candidatos à Presidência o atual ocupante do cargo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT); o senador Flávio Bolsonaro (PL); os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo); Renan Santos (Missão); Cabo Daciolo (Mobiliza); Augusto Cury (Avante); Samara Martins (UP); Edmilson Costa (PCB); Heró Bezerra (PRTB); e Hertz Dias (PSTU).
O documento também estipula os valores que podem ser gastos por candidatos a governador, senador, deputado federal e deputado estadual. No caso dos dois primeiros cargos, os montantes podem variar, a depender do tamanho dos colégios eleitorais de cada uma das unidades federativas. Já os valores fixados para os deputados são específicos: de R$ 3,1 milhões para os que vão concorrer à Câmara Federal; e R$ 1,2 milhão para os que disputam as Assembleias Legislativas.
No caso de candidatos a governos estaduais e ao Senado, o maior teto previsto é o São Paulo, maior colégio eleitoral do país. Os que vão disputar o Executivo paulista, como o governador Tarcísio de Freitas e o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad, poderão gastar até R$ 26,6 milhões em suas campanhas ao primeiro turno e mais R$ 13,3 milhões nas campanhas para o segundo turno. Já para candidatos ao Senado pelo estado, o limite de gastos é de R$ 7,1 milhões.
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